Erros comuns na hora de definir o preço de venda de produtos.

Erros comuns na hora de definir o preço de venda de produtos.

Ninguém tem dúvida de que o preço de um produto ou serviço é crucial para um bom volume de vendas no final do mês, mas atualmente poucos negócios entendem que definir uma estratégia de precificação sólida pode ser a diferença entre realizar muitas vendas, ter constantes reclamações de preços altos ou até mesmo a desconfiança por aplicar um preço muito baixo.

Na ânsia de ter lucro ou de apresentar competitividade para o mercado, muitas pessoas erram na hora da precificação de serviços. Saiba que, mesmo calculando alguns centavos a menos, isso pode ser fatal para sua empresa.

Mas nem todo mundo gosta de realizar cálculos. Na verdade, quase ninguém gosta não é mesmo? Contudo, quem tem seu próprio negócio, gostando ou não, é obrigado a realizar alguns cálculos já que todo negócio, em primeira análise, visa um detalhe chamado: lucro. Para apurarmos a lucratividade de um determinado produto, devemos saber como calcular o preço de venda.

Calcular o valor de um produto ou serviço passa por alguns cálculos básicos que não devem ser deixados de lado. Caso contrário, você pode acabar não só ficando no prejuízo, como também, a longo prazo, perdendo as rédeas do seu negócio.

A precificação de serviços depende de vários fatores. E você deve estar atento a eles. Pensando nisso, no artigo de hoje, vamos falar desse, que é um dos problemas mais graves de uma empresa: a precificação errada. Confira e evite cometer esse erro em seu negócio!

Copiar o preço do concorrente

Cada empresa tem seu contexto diferente uma da outra, portanto, copiar o preço do concorrente envolve um alto risco de copiar um ambiente fora da realidade. Um grave erro.

Não levar em conta os custos da empresa

Existem ainda aqueles empresários que, para estipular o preço de venda, simplesmente “chutam” um valor para seus produtos e serviços. Neste caso, ou a mercadoria ficara encalhada na prateleira, acabando com seu fluxo de caixa, ou pode vender bem e mais uma vez não ser suficiente para cobrir seus custos.

Formar preço baseado apenas no seu custo

Quando você forma preço sem olhar o mercado que atua, você corre o risco do seu preço ficar muito alto ou muito baixo e esse descompasse pode gerar desconfiança quanto a sua empresa ou ao seu produto, logo, perder para o concorrente. O ideal é buscar um equilíbrio entre o seu preço e o valor praticado pelo mercado, e ter argumentos para explicar porque o preço é diferente, ou adequar o público.

Não possuir controles financeiros

Uma vez que o empresário decida formar o preço baseado nos seus custos, onde buscar estas informações? Aqui talvez esteja um dos principais erros, não só da formação de preços, mas também da gestão financeira.  É através dos controles financeiros que se coletam os dados da empresa para que se possa fazer uma análise dos custos.

Uma boa formação do preço, começa com bons controles.

Dar descontos sem critérios

Um outro erro que é cometido com uma certa frequência é o de dar descontos desesperadamente achando que isso vai resolver algum problema de falta de vendas. Isso não é verdade, para ser sincero, na maioria das vezes ps descontos dados a torto e a direito até podem ajudar no curtíssimo prazo, mas não é uma estratégia de precificação de longo prazo.

Se você dá desconto para qualquer pessoa que peça, em pouco tempo pode acostumar mal seus clientes e todos eles vão querer descontos sempre, independentemente do que você faça.

Esquecer dos impostos

O problema, às vezes, é matemática. Sabem que o percentual do imposto é de 4% e simplesmente colocam o percentual sobre o custo, esquecendo que a base de cálculo não é o custo do produto, e sim, o valor praticado na venda. O ideal é conhecer como são calculados e levar em consideração quando pode mudar. Um MEI (microempreendedor) tem custo de imposto fixo, mas ele precisa conhecer quanto custaria mudar e já saber se o preço de venda acompanha a mudança.

 

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